A natureza por Josefino Francisqueto

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(Fotos: Eu sem fronteiras)

O Universo — força, impulsiva — Desenvolvimento. Movimento. A expansão do Universo, e nós, dentro nele.

O ser mais fantástico que conhecemos, e conhecemos pouco, quase nada, mas um ser que, sobre seu pescoço, tem um cérebro, o único ser, no universo conhecido, que tem inteligência. Ponto final.

Por enquanto, o ser humano é, quer queira quer não, a mais fantástica, formidável, criatura que o homem conhece. Não sabemos se fora da nossa galáxia, ou mesmo na nossa, haja ser com inteligência, com cérebro pensante semi-criador, e pequeníssimo (capacidade) modificador de algumas coisas que já encontrou, no mundo fático.

A teoria da expansão do universo, já provada pelos cientistas Albert Einstein, Stephan Hawking, Yuval Noah Harari, e muitos outros, já passou da teria para a verdade, observada pelos gigantescos telescópios espalhados pelo mundo.

Quem vai duvidar?

Logo, a nossa “terrinha” também está em expansão. Só basta lembrar que há mil anos, os habitantes da terra não passavam de alguns milhões. Agora, já passamos dos SETE BILHÕES.

Desses mais de sete bilhões de seres humanos, ninguém, nenhum, tem mais de cinco metros ou menos de cinquenta centímetros de altura.

Como a natureza universal é “pra frente”, os seres da terra também o são: “pra frente”, em expansão. Esses fatos me parecem incontestáveis. Passar do incontestável para o inexorável me parece lógico. Isso é adequado para o Universo.

E para o minúsculo ser humano? Para o único ser que em cima de seu pescoço tem um cérebro pensante, o único, até o momento, conhecido. É um ser inigualável, apesar de suas grandes diversidades. Grandes diversidades, mas em alguns pontos iguais: alimentar-se, abrigar-se, “et universa pecara…”

Se o homem obedece a um movimento universal, a expansão (há milhões de anos e não a concentração) e instintivamente se alimenta, e o faz por impulsos naturais, é óbvio que irá busca-los (os alimentos) onde estiverem. Inexorável. O instinto da conservação da vida e o instinto da conservação da espécie também estão nesse alinhamento. Positivamente “pra frente”.

Desse ponto em diante, é indispensável o uso do melhor (ou pior) do ser humano: a inteligência (“Considerações sobre o ser humano e outros animais”, consoante um filósofo americano). A Inteligência, bem administrada, faz com que ele busque a solução das necessidades, com o mínimo de desperdício ou destruição.
Cuidar da Terra-Mãe, ou “Pacha-Mama’, não é impedi-la de estar em alinhamento com a expansão dela e do Universo, o que, aliás, me parece impossível.

Usufruir da terra e dela extrair alimentos, necessários à vida humana, é indispensável ao humano. Sempre foi e sempre será, por muitos séculos. Vegetais e animais não serem aproveitáveis, em detrimento da sobrevivência humana, seria irracional. Pelo menos me parece diante do império que a natureza, às vezes cruel (maremotos, terremotos, tsunamis, Vulcões, secas, vendavais…).

Mas por que estou eu lendo essas assertivas tão óbvias e até lógicas? -Para repensá-las, talvez….
Caro leitor, te faço uma pergunta, que pode ser respondida de imediato ou levar semanas, ou mais tempo: “Para Ser Humano, é compreensível ser Antropocêntrico, Cooperativo, Social, Social Mundial e Universal?

Por Universal compreendendo-se a terra, a lua, o sol, e a galáxia, por enquanto só a nossa, a Via Láctea?
Aguardo.

 

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