Quando o pai professor faz a graduação da filha

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Foto divulgação Fadisma
Foto divulgação Fadisma

 

Uma formatura solene, como não poderia deixar de ser, sempre promete muitas emoções. Ainda mais quando depois de cerca de 3 mil diplomas entregues, o Diretor Geral certifica a filha.

A conclusão de um Curso de Graduação, no cenário e conjuntura conhecidos no nosso País, certamente é a celebração de um feito que, por si só, representa muito. O potencial ingresso para uma nova e promissora fase da vida geralmente é simbolizado por uma cerimônia que, de acordo com os inúmeros jovens que passaram pela FADISMA, regida pela missão de “Educar Sempre”, é um dos mais belos momentos da jornada.

Para muitos, representam horas inesquecíveis que, como num passe de mágica, são ilustradas por um mega filme que passa na cabeça de cada formando, de cada familiar, amigo ou ente querido. São diferentes histórias que se cruzam e entre os principais denominadores em comum, o que a solenidade representa: vitória. Vitória depois de uma série de esforços, renúncias, dedicação e investimento.

Aliás, falando em vitória, na turma que colocou grau no dia 30, às 18h, está, justamente, uma Vitória. Ela, que expressa conquista até no nome, ao que tudo indica, é a responsável por algumas batidas a mais no coração do Diretor Geral da FADISMA que, para quem teve a oportunidade de acompanhar a série de formaturas que a Faculdade já celebrou, é, dentre os protagonistas dessa história que a Instituição representa, um dos mais entusiastas, dada a sua característica única de liderar e motivar, mas especialmente de fazer pela Educação.

Vitória é a filha mais velha do Diretor, compõe um trio. É a menina entre o Júlio e o Pedro, respectivamente, no Direito e Ciências Contábeis, também estudantes na Faculdade. É a primeira deles a receber o tão sonhado canudo que representa, ainda, outras batalhas pela frente.

 

Foto divulgação Fadisma
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De um sonho, outros vários sonhos

Quando questionada sobre o fato do lugar de onde extrairá seu primeiro passaporte para o mercado ser justamente o local que o pai sonhou e sonha diária e incansavelmente realizar, dado o crescimento constante da FADISMA, Vitória não esconde o brilho no olhar e o semblante orgulhoso. E, ao mesmo passo, as lições de vida que carrega na expectativa de, seja qual for o rumo escolhido, tentar fazer a diferença, sonhar e batalhar por um legado.

Ela podia ser pequena, mas recorda dos principais fatos contados da história daquele Operador do Direito que entregará, em mãos, o diploma a ela no dia 30. Formado em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) em agosto de 1985, Rocha é Professor universitário desde o mesmo ano. Na UFSM, Instituição pioneira na interiorização das universidades públicas no Brasil, ingressou mediante concurso público no ano de 1986, ministrando a disciplina de Direito Contratual até 2008. Também foi Chefe do Departamento de Direito da referida Instituição, de 1996 até 1999.

Rocha foi, ainda, advogado militante no Rio Grande do Sul; Conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RS) e; Avaliador das condições de ensino junto ao Ministério da Educação (MEC).

Foi Procurador Federal de 1994 até o ano de 2008. E, como fundador da Faculdade de Direito Santa Maria, em 2003, sua carreira empreendedora na Educação teve início. Em paralelo, na jovem FADISMA, as áreas de Teoria Geral do Direito e Registros Públicos também contaram com a sua contribuição docente.

De 2009 para cá, Rocha, um dos sócios fundadores, é responsável pela Direção Geral da Faculdade, legitimando o seu papel visionário na gestão empresarial em prol da educação superior. E, atualmente, é o Gestor Educacional que representa a Coordenação da Rede Latino-americana de Faculdades e Escolas de Direito.

O exemplo

Vitória não tem dúvidas de que, desde o dia 14 de novembro de 2003, quando a FADISMA deu início a sua missão em Santa Maria, há pouco mais de 10 anos, foi perceptível a influência positiva do Professor e empreendedor Eduardo Rocha no desenvolvimento e no estímulo ao capital intelectual na cidade de Santa Maria, município do interior, localizado no centro do estado do Rio Grande do Sul.

A FADISMA, motivo de dedicação constante na vida dele, imprimiu o nome do Coração do Rio Grande por diversos lugares, da região, do Estado, do país e do mundo. Rocha foi o líder que articulou a promoção da integração social, o estímulo à participação voluntária de estudantes universitários na busca de soluções que contribuíram e continuam a contribuir para o desenvolvimento sustentável de comunidades carentes, legitimando a ideia de que o conhecimento pode realmente mudar inúmeras vidas.

E, em especial, Vitória acredita que a vida dela realmente mudou com o conhecimento adquirido. Ela recorda da solenidade de formatura da primeira turma da FADISMA. Conta que jamais esquecerá da emoção do pai naquele dia. Desse mesmo pai que classifica como a pessoa mais ética e mais inteligente que conhece e que certamente conhecerá na vida. Ela revela que essa emoção, que, direta ou indiretamente, move toda essa intensidade, paixão, trabalho pleno que o Professor Eduardo desenvolve, vem de uma característica: disciplina.

E foi pela lição de disciplina que a relação da Vitória com a FADISMA começou antes dela ingressar no Curso Superior de Direito. Adolescente, ela chegou a trabalhar na Biblioteca, assim como na Secretaria da Coordenação de Graduação. Aprendeu, desde cedo, a lidar com o público, a dar valor ao seu próprio dinheiro, a construir antes de aproveitar.

“Meu pai nunca foi um pai bravo, cheio de cobranças. Ele sempre foi muito transparente, com regras claras, exigente. Mostrou-nos que todo benefício e conquista vem de um esforço. Para ter qualquer coisa é preciso fazer por merecer”, diz ela.

As recordações que, desde já, deixam saudade
A jovem de 22 anos, bonita, articulada, não teve vergonha de revelar que nem sempre viu as oportunidades com o olhar de hoje, mais maduro. Ela relatou – como não poderia deixar de ser, o que é peculiar na vida de toda jovem – nem sempre ter, literalmente, enxergado o porquê eram importantes determinadas experiências. Mas, com um sorriso largo, desvendou parte das suas principais descobertas. Como um verdadeiro divisor de águas, ela relembrou a experiência no Núcleo de Direito Ambiental e Urbanístico (NUDAU), onde atuou em processos de Regularização Fundiária.

Ela conta ter conseguido ali compreender a tradução do ser e fazer Direito. Além de ver o resultado e o impacto positivo na história de vida de várias famílias. Vitória destaca o quanto o aprendizado prático proporcionou a ela: “Aprendi a utilizar da comunicação mais acessível, traduzir leis, códigos e afins numa linguagem viável, conheci a diversidade, o Direito à Informação, pude valorizar e reconhecer as oportunidades que temos”, fala ela.

Também, transbordando sorriso pelo olhar, Vitória relembra de vários dos mestres. Entre eles, o Professor Jorge Ledur Brito, recordando de uma avaliação que mais do que parte de um processo de análise e/ou diagnóstico de desempenho na disciplina, representou crença em sua capacidade, uma verdadeira superação. “Mergulhei e reconheci as exigências, me dediquei a cada necessidade e pude ver num resultado final, não só uma nota de superação, mas que realmente eu podia”.

A Turma
Vitória fala com imenso orgulho da turma da qual faz parte. Destaca que a galera que receberá o canudo neste semestre é pra lá de dedicada. A reunião de perfis diferentes, mas de sede similar pelo conhecimento, é representada em debates produtivos em sala de aula, em produções de qualidade. “São todos muito competentes, inspiradores”, referencia a formanda.

Planos
Vitória vai continuar estudando. Está prestes a ingressar num programa de Pós-Graduação, mas não pensa em abandonar a Secretaria Geral da Faculdade, lugar que, assim como vários colaboradores, classifica como o Coração da Instituição, dado o raio x acadêmico que concentra.

Da mesma forma que fala já saudosa da turma focada que teve, destaca, como mais um divisor de águas na sua vida, a experiência na Secretaria, onde está perto de completar um semestre de atuação e do lugar onde ressalta a paciência das colegas, a importância do trabalho lá desempenhado, o ritmo e processos frenéticos e a grande admiração pelo gestor do segmento, o Professor Fábio Rijo Duarte. Os processos burocráticos atrelados à Educação, ao Controle e Registro Acadêmico têm muito da sistemática, disciplina e Gestão Organizacional do Direito, comenta a quase egressa. E a Educação Jurídica parece ser um novo mundo a encantar Vitória.

Do outro lado
Para o Pai, Professor Eduardo, qual a expectativa para o futuro? “Sem influências”. Isso porque, se no passado a influência não foi direta, mas natural, já que o Direito era inspiração, transpiração e ação diária na vida de Rocha, ele, que em toda a sua carreira acadêmica, dentro e fora da FADISMA, já soma cerca de 3 mil diplomas entregues, pretende também não influenciar após a entrega desse diploma tão especial.

Mas, aparentemente, dada a característica peculiar das regras claras mencionadas lá no início por Vitória, por fim Rocha revela a sua expectativa: “Que ela e os seus colegas aproveitem todo esse instrumental de conhecimento recebido para progredirem e fazerem progredir a humanidade, para contribuírem no desenvolvimento de onde quer que estejam. Que todos tenham serenidade e ética para fazer Direito e o principal que o Direito pode oportunizar – mudar realidades. Que deixem um legado. Mas que, especialmente, sejam felizes. Sejam felizes e mais nada. Afinal, é o que mais interessa e o principal benefício de se fazer aquilo que se gosta”.

Fonte: Coordenação de Comunicação da Fadisma    –      comunicacao@fadisma.com.br

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