Reitoria e CCS discutem segunda fase da expansão da Medicina

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O Curso de Medicina da UFSM poderá oferecer 150 vagas anuais a partir de 2016. A ampliação de 30 vagas integra a segunda fase de expansão do Curso de Medicina, em tratativas com o Ministério da Educação. Internamente, Reitoria e Centro de Ciências da Saúde (CCS) discutem a viabilidade e as condições da ampliação das vagas. Com este objetivo, o reitor Paulo Burmann se reuniu com representantes do CCS nesta quinta-feira (2).

Burmann informou que a UFSM cobra do programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) a integralização da primeira fase de expansão – houve aumento de 20% das vagas em Medicina, mas não aconteceu acréscimo no número de professores e de técnico-administrativos. Este é um ponto bastante questionado. A professora Maria Teresa Aquino de Campos Velho reforça que os cursos da área da saúde apresentam singularidade na formação específica. “Na saúde, o ensino é tutorial, de pessoa para pessoa”, defendeu. O reitor esclareceu que o Ministério da Educação avalia apenas o número geral de vagas para ampliar contratações de docentes.

Além do aumento do número de professores e de técnico-administrativos, a segunda fase de expansão deverá ser acompanhada de melhorias na infraestrutura. Burmann citou como exemplo o campus de Cachoeira do Sul, implantando com planejamento, e como contraexemplo o campus Silveira Martins. “A expansão precisa ser completa”, enfatizou.

Neste sentido, uma das propostas seria incorporar o Hospital Regional ao patrimônio da UFSM. A minuta do acordo entre a Universidade e o Governo do Estado está sendo avaliada pelos setores jurídicos de ambas as organizações. A superintendente do Hospital Universitário (Husm), Elaine Resener, explicou que o Regional teria vocação diferente. “Será mais previsível, pois não terá porta de entrada, somente para queimados”, referiu-se ao fato de não ter um pronto atendimento.

Enfermagem

Enfermagem é outro curso que deve ampliar o número de vagas. A proposta de expansão, segundo o reitor, foi “bem acolhida pelo Ministério da Saúde”. Assim como a Medicina, o aumento da oferta de vagas deverá ser acompanhado de contratações docentes e de técnico-administrativos.

Fonta: Assessoria UFSM.

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